resposta de direito à crítica contida no blog:
O escritor do texto "O Crime no Teatro" , sobre REATOR se arvora ser mais do q um juiz inquisidor, o rapaz também acredita ser o supra sumo meritíssimo do ministério da economia do tribunal d contas e tabelamento d preços da democracia capital dos governos do establishment, talvez um fiscal do imposto sobre os preços, um inspetor geral ...
Pois, enquanto nós visamos oferecer nosso trabalho por um preço bastante acessível ao público, na temporada popular apresentada no Teatro Bruno Kiefer, o autor do texto sobre REATOR afirma q os cinco (5) reais cobrados naquela ocasião foram “uma verdadeira fortuna” e desaconselhou assim o consumidor d produtos artístico-culturais, educativos ou do entretenimento, a pagar o mínimo dos mínimos do preço d um ingresso no mercado , sem vislumbrar alguma remota possibilidade do gênero teatral (q ele não consegue catalogar, nem enquadrar nas suas fórmulas do q é bom ou ruim dentro da “linguagem” cênica q chega alcançar) ser adequado a algum público específico q possa haver no mundo ou aqui em Porto Alegre ...
A peça tem riquíssimo conteúdo, canções, episódios, prosa e poesia, tem câmera-man ao vivo, projetista d imagens, operador d som, operador d luz, dois músicos ao vivo, microfones, vídeos gravados, luz, figurinos criativos e simples, tudo dentro d um teatro confortável, num deslumbrante centro cultural.
Reator é uma peça d teatro q apresenta um ator, diretor e autor, com mais d trinta anos d experiência, num ato d expressão cênica sobre outro ator e os papeis q representamos nos palcos e na vida. O verdadeiro tema do ato é a independência da alma ! A vontade d poder do artista enquanto tal ! As forças vivas da coisa q chamamos poesia!
O leitor q não sabia sobre o q trata e versa a peça REATOR, jamais vai ficar sabendo após ler a matéria degradante deste cidadão q escreveu e disse q na peça REATOR, sobre o poder do ator, não existe quase nada q possa lembrar teatro. Isso é uma afronta, um desrespeito? Um dano moral-material? O q é isso?
Mesmo q esse moço q escreveu o texto sobre REATOR acredite representar o papel de um crítico teatral, nunca teria o direito d ser o avalista do preço d uma obra, seja a nossa ou a d quem quer q fosse!
Um escritor ou um estudante d letras q acredita estar um crítico d teatro ( como se essa função social o tornasse alguém superior a arte viva e intocável ) e q com sua crença em si, cega, pensa q pode extrapolar a este ponto d avacalhação vexatória d um artista e seu grupo, não esta suficientemente preparado para poder ser formador d opinião e é evidentemente um projeto d autoritarismo, um candidato a alguma vaga d censor no futuro do seu presente precário , e dessa forma, comicamente, merece estar d acordo com os valores estéticos, históricos, políticos e filosóficos q proferiu quando diz acreditar q sabe tudo sobre a implantação da democracia americana, sobre a guerra de secessão, o fim da escravidão e a própria ação fulgurante e trágica d John Wilkes Booth, por ter, o senhor escritor crítico , assistido “ E o Vento Levou” , conforme afirma, é incrível e patético !
E posteriormente se confunde ao pretender informar seus leitores sobre o algum “equívoco” da dramaturgia em REATOR, ao citar pobres dados estatísticos d telejornais oficiais sobre percentuais d aprovação do governo tri pacífico d Obama ...
Ah! Pra não me estender muito mais, só vou lembrar d apenas uma coisa entre outras q poderia trazer a tona nesta resposta curta dirigida aos q acreditaram nas palavras do criticador: não foram sete (7) estados do sul q guerrearam contra os demais, foram 11 ( onze)!!
E aproveito pra convidar os leitores e o próprio autor do para-simpático blog, mencionado no primeiro parágrafo, para irem ao teatro neste 11 d setembro d 2011 quando vamos refletir REATOR no Teatro Carlos Carvalho na Casa d Cultura Mario Quintana, as nove (9) da noite ... volte lá ... vamos contar essas voltas !
E por falar em Mario Quintana, poeta maior q habita nossos corações e a alma do Hotel Majestic, hoje Casa d Cultura ( CCMQ ), o neófito crítico teve a pachorra d ( na casa do poeta) desqualificar os saraus d poesia, o q d fato constituiu o maior ultraje a poesia q já vi, com todo rigor!
por Walney Costa
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